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Porto Velho - Familiares de vítima executado por Policial Militar contestam Boletim de Ocorrência

 Porto Velho - Familiares de Francisco Maia Almeida, assassinado pelo Policial Militar Lauro Fernandes da Silva Junior, na noite de quinta-feira (24) por volta das 22 horas e 30 minutos, na Rua Arruda número 5772, com um tiro de arma calibre 12, contestam a versão da Polícia.

Segundo o Boletim de Ocorrência número 4120-2012, a guarnição composta pelos PMS Lauro, Julio e D França, em patrulhamento pela Avenida Jatuarana, deparou-se com um cidadão assustado pedindo auxilio e informando que tinha sido abordado por um elemento em uma motocicleta Honda modelo Biz de cor preta, que tentou roubá-lo, ficando apenas na tentativa.

Ainda de acordo com os Policiais, ao avistar a viatura, o condutor da moto suspeita empreendeu fuga sendo perseguido pela guarnição, que ao se aproximar foi recebida a tiros. A perseguição continuo até a Rua Arruda, local da residência da vítima, quando, segundo a versão da Polícia, a viatura policial encostou na moto e o condutor caiu quando foi dada ordem de soltar a arma o que não foi obedecida quando foi disparado um tiro de espingarda atingindo o mesmo

Os familiares estranham o fato do Policial Militar Lauro está afastado do serviço de rua, e naquela noite fazer parte de uma equipe de patrulhamento. Ainda de acordo com os familiares da vítima, o mesmo nunca possuiu arma, não tem passagem pelo polícia e que a atual mulher da vítima, era ex-mulher de um policial militar o que leva a crer numa execução por vingança.

Para os vizinhos foi realmente uma execução, pois o mesmo era pequeno empresário do ramo de assistência técnica em aparelho celular, que o mesmo era uma pessoa querida na vizinhança e junto aos outros empresários do bairro.

Segundo pessoas que conheciam a vítima, a pessoa que denunciou o suposto assalto, não merece credibilidade. Acrescentaram ainda que a viatura que fazia o patrulhamento já tinha passado na rua várias vezes, o que leva a crer que o crime foi premeditado.

Os familiares esperam que a Secretaria de Segurança e a Ouvidoria da Polícia Militar esclareçam como um policial afastado do serviço de rua estava fazendo parte de uma patrulha naquela área. Outro questionamento e como um condutor de uma moto pode trocar tiros com a polícia e cair da moto de arma em punho.

Segundo o Boletim de Ocorrência, a pessoa que testemunhou a favor do policial trabalha como zelador no Residencial Rio de Janeiro 3, o que será investigado pelos familiares da vítima.
Para os vizinhos foi realmente uma execução, pois o mesmo era pequeno empresário do ramo de assistência técnica em aparelho celular, que o mesmo era uma pessoa querida na vizinhança e junto aos outros empresários do bairro
 

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